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Por que a duração de alimentos é diferente?

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Um desejo comum entre os produtores de alimentos é sempre aumentar a validade de suas mercadorias. Assim, elas podem ficar mais tempo nas prateleiras dos locais de vendas e a duração dos alimentos na casa dos consumidores será maior. Se você trabalha no ramo de alimentos, com certeza tem essa vontade, não é mesmo?

Porém, para conseguir melhorar o shelf life desses produtos, primeiro é preciso entender por que alguns alimentos duram mais que outros. Então, vamos explicar neste post o porquê isso acontece para que você possa aprimorar cada vez mais suas mercadorias. Confira!

Por que alimentos têm validades diferentes?

Alguns alimentos duram mais que outros, isso ocorre, principalmente, pelo fato de terem  composições diferentes. Alguns ingredientes “facilitam” a deterioração dos produtos, enquanto outros ajudam em sua preservação.

Alimentos naturais que são ricos em micronutrientes, por exemplo, são excelentes para a saúde dos consumidores. Mas, eles costumam ter um shelf life menor. Isso acontece pela sua composição ser “atrativa” para os microrganismos e por não possuírem barreira contra os fungos e bactérias. É possível criar essa proteção com conservantes naturais, mantendo as características do produto orgânico.

Produtos que possuem bastante atividade da água, a quantidade de água que “está livre” no alimento, também têm uma vida útil curta.

Em virtude dela propiciar o desenvolvimento dos microrganismos, que conseguem utilizar dessa água livre para se proliferar. Dessa forma, os alimentos se deterioram rapidamente.

Além dos ingredientes, outros fatores podem colaborar com a deterioração ou conservação dos alimentos. Alguns exemplos são as embalagens utilizadas para armazenar as mercadorias e os processos a que elas foram submetidas. Usar uma embalagem correta no seu produto permite criar uma proteção extra e direcionada ao tipo de alimento produzido.

É importante ressaltar aqui, que a validade do produto não acaba somente quando ele já não pode ser mais consumido, por exemplo quando está infectado por fungos. Se o alimento não contém mais sua textura, sabor ou cor originais, já é possível considerar que ele passou da validade.

Principais problemas que podem aparecer em alimentos deteriorados

Existem certos problemas que são comuns em alimentos e, por isso, eles costumam preocupar mais os produtores. Ninguém deseja, por exemplo, que um pão produzido por sua marca embolore rapidamente, não é?

Por isso, listamos aqui os 3 principais problemas que podem aparecer e o que influencia no surgimento de cada um deles:

1. Bolor

O bolor é um problema que pode surgir em vários alimentos, como pães, bolos, doces e frutas. As pessoas acreditam que ele é sempre verde, mas na realidade, ele pode ser cinza, branco, azul e até meio roxo. Mas, o que é esse bolor? Ele indica a presença de fungos no alimento!

Esse tipo de problema pode ser causado por mais de um fungo. É por isso, inclusive, que as cores do bolor podem variar.

É importante esclarecer que normalmente ele aparece em algumas regiões do alimento, porém não é só a parte embolorada que está contaminada. Todo o alimento já está com fungos, porque eles se espalham rapidamente.

Ou seja, não basta tirar a parte com bolor e consumir o resto da mercadoria. O correto é jogar todo o alimento fora, já que provavelmente ele está inteiramente danificado.

Além disso, comer alimentos com fungos é perigoso! Esses microrganismos liberam micotoxinas, substâncias tóxicas, nos produtos. E consequentemente, comê-los pode causar náuseas, alergias, dores de estômago e diarreia. 

Como ele aparece?

O principal fator para os fungos e o bolor se desenvolverem nos alimentos é a umidade. Comidas com muita água ou que estão armazenadas em locais úmido têm mais chances de sofrerem com o bolor.

Além da umidade, a temperatura e iluminação também influenciam no crescimento dos microrganismos. Temperaturas médias, por volta de 25ºC, colaboram bastante com o desenvolvimento dos fungos. Já em relação à iluminação, quanto mais escuro o ambiente, melhor é para o desenvolvimento de microrganismos.

2. Rancificação

Mais um problema que prejudica os alimentos é a rancificação, que pode alterar o odor, o sabor, a aparência e textura das mercadorias. Geralmente, seus sinais mais comuns são o cheiro desagradável e o sabor ruim que ela fornece aos produtos. Assim como o bolor, quando a rancificação é identificada, o certo é jogar o alimento fora.

Ela aparece especialmente em alimentos que contêm gorduras, porque é causada devido às reações de certos elementos com os lipídeos (conhecidos também como gorduras).

Há dois tipos de rancificação: a hidrolítica e a oxidativa, sendo a segunda mais presente em comidas.

1. Hidrolítica

A reação das enzimas lipases com agentes químicos provoca a rancificação hidrolítica. Essas reações quebram as moléculas de gordura e produzem ácidos graxos. Dessa forma, os lipídeos não cumprem mais suas funções, e o cheiro ruim e sabor desagradável se impregnam no produto.

2. Oxidativa

As reações entre as gorduras e o oxigênio atmosférico provocam a rancificação oxidativa. Elas acabam produzindo compostos químicos que provocam o ranço e dão o odor desagradável ao alimento.

Além disso, a exposição direta à luz e o contato da comida com metais colaboram com a rancificação oxidativa.

Esse problema costuma surgir em manteigas, margarinas, chocolates, no leite e em oleaginosas, justamente porque eles são produtos ricos em gorduras.

3. Cristalização

A redução de água nos alimentos propicia o processo de cristalização. Consequentemente, a concentração dos açúcares aumenta , e assim, podem se formar cristais açucarados nos produtos. Ela ocorre naturalmente, mas também pode ser industrializada.

No primeiro caso, a cristalização acontece com o passar do tempo, normalmente em doces e no mel. Ela faz com que eles fiquem mais duros e interfere na qualidade de seus sabores. 

Já a forma industrial é bastante usada para melhorar o sabor do doce e até para aumentar a conservação da mercadoria, você acredita?

Porém, se esse processo não for feito de maneira adequada, podem se formar cristais muito grandes de açúcar nos alimentos.

Nesse cenário, os produtos são danificados, porque essa cristalização prejudica bastante o sabor dos doces, a textura e agiliza o processo de endurecimento deles.

É importante entender por que alguns alimentos duram mais que outros e dar atenção a esses problemas para que assim você possa se prevenir e fazer com que eles demorem mais para aparecer em seus produtos!


 

Então, agora que você sabe por que alimentos têm diferentes prazos de validade, confira também os 5 principais aspectos que podem te ajudar a aumentar a validade de suas mercadorias!

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