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Descubra os principais tipos de embalagem no mercado e aprenda a escolher a melhor para o seu produto!

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Às vezes pode parecer que não faz diferença o material ou o tipo de embalagem que envolve um alimento, porém não podemos esquecer que “a primeira impressão é a que fica“. Saber qual o melhor material e qual o melhor design que vão construir suas embalagens são essenciais se o seu objetivo é vender um produto de qualidade.

No post de hoje, vamos entender um pouco mais sobre a função principal das embalagens, quais os tipos mais conhecidos e os materiais mais utilizados!

Para que servem

Para que possamos escolher as  embalagens com propriedade, devemos primeiro entender para que elas servem. Basicamente, elas têm três funções: Atrair, Informar e Proteger.

Proteção

Essa, provavelmente, é a função mais intuitiva de qualquer embalagem. Se ela não for capaz de proteger sua mercadoria, ela não serve. Isso significa que quando seu objetivo for aumentar o tempo de prateleira dos seus produtos, uma das suas opções é escolher a melhor embalagem para uma proteção específica!

Para cada comida existe uma embalagem ideal que aumentará seu shelf-life. Para  produtos em conservas, as de vidro são a escolha mais comum; já para salgadinhos, normalmente vemos embalagens metalizadas…

Isso, porque cada um desses materiais tem funcionalidades específicas que protegem o alimento contra fatores externos! Dependendo do produto, a embalagem tem como foco diferentes formas de proteção.

Quando falamos de proteção mecânica, são essenciais, nas embalagens, características como resistência à tensão, rigidez e, por vezes até resiliência! Normalmente, são utilizadas em alimentos que são “frágeis” a quedas. Um bom exemplo de embalagem com foco nesse tipo de proteção dão os caixotes de madeira (bastante utilizados para transportar frutas e hortaliças).

Se o seu principal objetivo é a prevenção contra atividade biológica, ou seja, evitar microrganismos e mofo nos seus alimentos, a característica que não pode faltar é a impermeabilidade da embalagem. Desse modo, é essencial que o material dificulte ao máximo a passagem de qualquer substância. Nesse caso, quando digo substância, estou falando desde a umidade do ar até moléculas de gás (como oxigênio ou gás carbônico).

Outro foco que você pode querer ter na escolha da embalagem é o de proteção química. Aqui, é interessante que o material da embalagem seja opaco ou translúcido, por exemplo. Isso porque a luz também pode ser um fator facilitador de problemas como a rancificação. Um exemplo são os potes de manteiga que são mais espessos e raramente são transparentes.

Informação

Não menos importante que a primeira, a embalagem é também um veículo de informação sobre o produto, essa função das embalagens também é prevista por normas da ANVISA. Assim, para que a sua embalagem esteja de acordo com a legislação, algumas informações devem ser explicitadas. Dentre elas, podem estar a tabela nutricional e a ficha técnica, das quais falamos sobre no nosso post sobre rotulagem! Aos consumidores, podem ser mostradas diversas informações interessantes. Com a informação nutricional, fornecer a quantidade de vitaminas e nutrientes presentes; também é possível incluir modo de preparo e como armazenar o alimento.

Apresentação

Por último, mas tão relevante quanto os dois tópicos acima, a apresentação da sua embalagem, ou seja, o design, pode ser o diferencial que fará seu produto vender ou não. E como disse Steve Jobs, design não se trata apenas da aparência, mas também da funcionalidade! Um exemplo para isso são embalagens de barras de chocolate, as quais além de serem atrativas devem permitir uma fácil abertura ao consumidor.

Temos vários exemplos de bons designs no mercado. Quando se trata de criatividade, o céu é o limite!

latas de coca-cola

Embalagem Primaria X Embalagem Secundária

Outro ponto que é preciso conhecer sobre as embalagens é a categoria relacionada com o contato ao alimento. Alguns produtos podem ter mais de uma embalagem o envolvendo, por isso surgem duas nomenclaturas:

Embalagem Primaria

Esse tipo de embalagem fica em contado direto com o alimento, por exemplo as garrafas PET com refrigerantes.

Embalagem Secundaria

As embalagens secundarias, ficam por “cima” de outra embalagem e não tem um contato direto com o alimento. Normalmente, tem por função aumentar a proteção mecânica das embalagens e agregam com outras características dependendo do seu material. Um exemplo de utilização delas é em Lasanhas congeladas, com embalagens de papel cartão

Materiais

Agora que já entendemos quais são as principais funções de uma embalagem, vamos entender um pouco mais sobre os melhores materiais e os mais famosos.

Plástico

Um dos materiais mais difundidos, o plástico tomou conta da grande maioria dos alimentos produzidos industrialmente. Isso se dá principalmente por causa de seu custo benefício e de suas inúmeras aplicações.

Existem vários tipos de plástico. Os mais conhecidos e mais utilizados nas embalagens são o polietileno, o polipropileno e o PVC (policloreto de vinila). Cada uma dessas variações têm especificidades diferentes. Algumas são mais maleáveis, outras mais resistentes… mas uma coisa todas têm em comum: são derivadas do petróleo.

Apesar de na maioria das vezes serem recicláveis, as embalagens plásticas normalmente não tem como destino final as latas de lixo, muito menos se estivermos falando apenas das vermelhas (as destinadas à resíduos plásticos). E, infelizmente, a decomposição desse material pode levar mais de 100 anos, o que é bem preocupante.

Muito por conta dessa preocupação ambiental, a tendência do mercado consumidor é de diminuir o consumo desse tipo de embalagem. Entretanto, ainda nenhum outro material conseguiu tamanha popularidade.

A saída mais utilizada pelas grandes empresas é a redução do uso do material ou a utilização dos plásticos biodegradáveis. Assim, é possível manter o custo benefício e diminuir o impacto ambiental.

Garrafinha de plástico com redução de material

Para quem ainda não conhece, os plásticos biodegradáveis são materiais produzidos a partir de matéria orgânica, como amido e celulose, por exemplo. Ou seja, diferentemente do plástico convencional, produzido a partir do petróleo, esse material  tem origem renovável.

Falarei um pouco mais sobre esse tipo de material mais para frente!

Metal

Tão famosas quanto as anteriores, as embalagens metálicas tomam a cena quando o objetivo é durabilidade e resistência. As ligas de alumínio com certeza predominam no setor alimentício.

Isso porque são uma ótima barreira contra luz e umidade. Apesar de o alumínio ser um material considerado de fácil reciclagem, a extração da bauxita (mineral de origem) é bastante poluente. Por isso, essa não é a escolha mais indicada para empresas com um viés sustentável ou eco friendly.

Um dos principais problemas que essas embalagens apresentam, é o risco de contaminação por ferrugem. Para minimizá-lo, normalmente as embalagens têm sua parte interna coberta por uma camada de estanho, que funciona como uma barreira.

É por isso, por exemplo, que se deve evitar comprar produtos de embalagem metálica que estejam amassados. Essas deformações acabam podem acabar rompendo a proteção de estanho, deixando o produto mais vulnerável à contaminações.

Vidro

As embalagens de vidro são escolhidas quando o objetivo é mostrar o produto e garantir um longo tempo de validade. Esse material é surpreendentemente inerte e impermeável.

Isso significa que, caso a embalagem esteja bem lacrada, ela diminui a entrada de umidade, microrganismos e até mesmo moléculas de gases, além de não reagir com o alimento. O resultado disso é, sem sombra de dúvidas, um produto duradouro com uma aparência chamativa!

Infelizmente, em alguns casos, a luz também é um fator capaz de estragar o alimento. Para solucionar esse problema, é possível escolher os vidros escurecidos, que dificultam a passagem da luz. É bastante comum encontrarmos esse tipo de embalagem em medicamentos, porém a indústria de alimentos não fica muito para trás.

Embalagens Sustentáveis

Como já comentei nesse post, a preocupação ambiental vem ganhando cada vez mais espaço, e isso não exclui o mercado de embalagens. Pois é… aqueles famosos três R’s também tem seu peso na hora de escolher o material da sua embalagem.

reduzir, reciclar, reutilizar, recomeçar

Opte por materiais que se encaixem nessa política. Embale seus produtos com papel ou papelão reciclado, quando possível. Crie uma campanha de embalagens retornáveis para o seu negócio. Produza embalagens que seus consumidores possam reutilizar, e incentive-os a fazê-lo!

Como exemplo de material sustentável, temos o PLA (o poliácido lático). Esse polímero tem origem renovável, é biodegradável e, como se não bastasse, também é um material compostável (isso mesmo, ele pode ir para compostagem!).

Já existem vários tipos de embalagens, atualmente, que utilizam o PLA no lugar do plástico convencional. Infelizmente, a produção do material ainda tem um preço elevado, o que dificulta sua popularização.

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Como escolher a embalagem ideal?

Para escolher a embalagem ideal, você deve ter três coisas em mente: o produto, o fiscal e o consumidor.

Antes de pensar em qualquer outra coisa, conheça o seu produto. É essencial que você leve em consideração quais são os “pontos fracos” da sua mercadoria. Portanto, pergunte-se:

  • Como esse alimento estraga, normalmente? (Bolor? Rancificação?)
  • Qual o tempo de shelf-life deste produto? (A validade dele está na média do mercado?)
  • Quais são os fatores que podem influenciar nessa validade? (Luz? Umidade?)

Perguntas como essas vão te fazer entender cada vez mais o alimento em questão. Consequentemente, você estará um passo mais perto da embalagem certa!

O próximo passo não só é essencial, como é obrigatório. Adeque-se à legislação vigente. Descubra quais informações são exigidas pela ANVISA e entenda qual a melhor forma de dispô-las no seu rótulo.

Por fim, se coloque no lugar do seu cliente e entenda o que ele precisa! Não adianta de nada gastar horas e horas escolhendo o material da embalagem para tropeçar aqui. Confira o checklist abaixo:

  • Minha embalagem é funcional?
  • Está de acordo com os valores da minha empresa?
  • Ela é convidativa?
  • Ela é intuitiva? (é fácil de usar?)

Dessa forma, depois de conferir esses detalhes, você já deu o ponta pé inicial para acertar a sua embalagem e impulsionar as suas vendas! Entretanto, sempre é necessário se aprofundar e entender mais a respeito desse conteúdo.

Uma sugestão de próximo passo, para conhecer mais a respeito desse tema, é a leitura de nosso Guia de Embalagens!

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