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Quais substâncias evitar em cosméticos?

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A produção de cosméticos é uma tarefa que deve ser feita com muita pesquisa e cuidado, porque certas substâncias que podem ser utilizadas nesse tipo de produto são capazes de prejudicar a saúde dos consumidores.

Dependendo do elemento escolhido para formular o cosmético, por exemplo, a mercadoria pode causar alergias nos clientes, retenção de líquidos, ansiedade e até câncer.

Então, você precisa ter certeza de que não usa nenhum desses ingredientes em suas formulações para não danificar a pele, os cabelos, a saúde física e até mental de seus clientes.

Para que você possa abrir uma empresa de cosméticos com segurança, fizemos uma lista com 5 substâncias para evitar em seus cosméticos. Confira!

 

1. Vitamina K

A fitomenadiona, que também é conhecida como vitamina K, é uma substância que há uma década era comumente usada em cosméticos. Ela era utilizada, principalmente, em produtos para as olheiras, a região dos olhos e o  antienvelhecimento, porque ajuda a melhorar a coagulação sanguínea.

Hoje, talvez ainda seja possível encontrá-la em alguns produtos. Entretanto, você não pode usá-la em seus cosméticos, porque a utilização dessa vitamina em cosméticos é proibida desde 2010 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A vitamina K foi proibida pelo órgão, porque foi comprovado que ela pode provocar dermatite de contato alérgica e dermatoses ocupacionais alérgicas. Quando ela causa essas reações, o corpo pode criar uma sensibilização em relação à ela.

E essa substância é fundamental para a coagulação do sangue, da protrombina e ainda pode ser usada em tratamentos de hipoprotrombinemia (decorrente de disfunção hepática) e em deficiência de vitamina K (fibrose cística).

Ou seja, caso o organismo crie uma sensibilidade à vitamina, essas ações e tratamentos podem não ter os resultados esperados e levarem à morte do paciente.

Por isso, a indústria de cosméticos confiável está em busca de bons substitutos para a vitamina K. Alguns elementos que estão sendo usados para substituí-la são, por exemplo, a arnica e o Haloxyl.

 

2. Ácido retinoico e seus sais

O ácido retinoico ou tretinoína, que é um derivado da vitamina A, também está presente na lista da Anvisa de elementos que não devem ser usados em cosméticos. Ele é muito eficaz contra acnes e também ajuda na prevenção de rugas, sendo ótimo para tratamentos de antienvelhecimento.

Porém, ele foi proibido pela Anvisa, porque foi descoberto que o ácido retinoico e seus sais são capazes de causar irritação na pele, vermelhidão e descamação em peles que são hipersensíveis. Além disso, eles não devem ser usados por grávidas, pois podem prejudicar a formação do bebê.

Por isso, os cosméticos seguros costumam ter em suas composições o retinol, outro derivado mais leve da vitamina A. Mas, para usá-lo também é essencial verificar quais as regras da Anvisa para sua utilização e segui-las corretamente.

 

3. Parabenos

No Brasil, os parabenos não são totalmente proibidos em cosméticos. Alguns de seus exemplares podem ser utilizados na concentração máxima permitida pela Anvisa. Contudo, é importante evitar esse tipo de substância, porque ela pode ser prejudicial à saúde. 

Em alguns países, como os Estados Unidos e os da União Europeia, inclusive, vários tipos desse produto químico são proibidos em cosméticos devido aos seus efeitos.

Os parabenos são conservantes utilizados no Brasil para proteger os produtos de bactérias e fungos. Dessa forma, os fabricantes conseguem evitar que os cosméticos sejam contaminados.

Contudo, estudos já demonstraram que eles podem causar alergias em consumidores que possuem peles ou cabelos mais sensíveis. Esses elementos também não podem ser utilizados por grávidas, pois podem provocar a má formação do bebê.

E, ainda, a American Cancer Society (Associação Americana Contra o Câncer) observou que os parabenos podem atuar de forma semelhante ao estrogênio no corpo. Por isso, eles são capazes de reter líquidos, abaixar a libido e até causar problemas na saúde mental, como o aparecimento de ansiedade.

Um medo dos órgãos reguladores é que, por serem semelhantes ao estrogênio, os parabenos ainda aumentem as chances de câncer de mama. Porém, essa conexão nunca foi comprovada por estudos.

 

4. Minoxidil

Você já ouviu falar em minoxidil? Ele é uma substância bastante utilizada para estimular o crescimento de cabelos, barbas e até sobrancelhas. Entretanto, o uso de minoxidil também é proibido pela Anvisa em cosméticos.

O elemento não pode ser usado nesse tipo de produto, porque estudos observaram que ele pode causar dermatite alérgica de contato, coceira, descamação do couro cabeludo e foliculite.

Ainda, as gestantes não podem usar nenhum tipo de produto com minoxidil, por menor que seja a quantidade. Essa substância é frequentemente utilizada em tratamentos de alopecia e outros problemas relacionados ao couro cabeludo, porém nesses casos, ela é consumida em forma de remédio e é necessário ter uma receita médica para adquirir o medicamento. 

 

5. Ftalatos

Os ftalatos são mais um tipo de substância que possui vários exemplares, como o ftalato de benzilbutila (BBP) e o de dibutila (DBP). Alguns deles já são proibidos pela Anvisa, porém é bom evitar qualquer tipo de ftalato.

É bom eliminá-los de seus produtos, porque há indícios de que eles podem interferir na produção de hormônios no organismo. Mas, o que são os ftalatos? Eles são um tipo de substância usada para fazer com que plásticos sejam mais maleáveis.

Em cosméticos, os ftalatos são usados principalmente para melhorar a estabilidade de esmaltes. Além disso, as substâncias geralmente também são utilizadas como estabilizantes em desodorantes.

Apesar de nem todos os exemplares de ftalatos já terem sido estudados, é interessante eliminar essa substância de seus produtos para garantir que eles não prejudicarão seus clientes.

Na União Europeia, por exemplo, o Comitê Científico para Segurança do Consumidor já proibiu o uso de ftalatos em cosméticos. Essa substância só é aceita quando são traços, ou seja, quando ela acaba se misturando ao produto em níveis baixíssimos devido à sua presença na embalagem.

Ao evitar essas substâncias em seus produtos, você garante que eles estarão de acordo com as regras da Anvisa e que serão mais saudáveis para seus consumidores. Portanto, é fundamental que você as elimine de suas formulações, caso estejam presentes, e descubra substitutos de qualidade.


Para garantir que suas criações estejam totalmente de acordo com a Anvisa e demais órgãos fiscalizadores, entenda mais sobre a legislação de cosméticos!

 

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